Bruno Cava, do Amálgama (revista ótima, por sinal), escreve sobre "Melancolia". Sou um preconceituoso cultivado contra o diretor, mas pela resenha deu vontade de assistir:
(...) Não seria o château onde se passa "Melancolia", outra ilha imaginária do Oceano, outro simulacro onde se perde e se entreva o psicólogo Kelvin? Como na última cena de Solaris, neste filme o tempo e o seu final, toda a escatologia, estão dentro de nós mesmos. Menos que grandiloquência em tintas cósmicas, em "Melancolia" tem-se uma cosmovisão artística ultrarromântica, pra quem o mundo não passa de um pesadelo inescapável e iniludível, onde apodrecemos. (...)
Na íntegra aqui.
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